quinta-feira, 2 de agosto de 2012

A Hora do Pesadelo


A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, EUA, 1984)
Direção: Wes Craven
Elenco: Robert Englund (Freddy Krueger), Heather Langenkamp (Nancy), Johnny Depp (Glen), Ronee Blakley (Mãe de Nancy), John Saxon (Pai de Nancy), Nick Corri (Rod), Amanda Wyss (Tina), Charles Fleischer (Dr. King), Joseph Whipp (Sargento Parker), Lin Shaye (Professora).
SINOPSE: Na cidade de Springwood, em Elm Street, Nancy (Heather Langenkamp) começa a ter pesadelos extremamente assustadores. Enquanto guarda apenas para si mesma estas terríveis experiências noturnas, seus amigos do colégio também estão compartilhando o mesmo tipo de sonho aterrorizante. Porém, quando uma das garotas acaba sendo brutal e misteriosamente assassinada durante o sono, Nancy procura a polícia. Seus relatos a respeito do hediondo maníaco que habita seus pesadelos, contudo, são ignorados pelas autoridades, Nancy está sozinha e apavorada, mas sabe que cedo ou tarde terá que enfrentar o assassino em seu próprio mundo sombrio e irreal.


“Se Nancy não acordar gritando, ela nunca mais acordará.”




Vindo dos igualmente sucessos Aniversário Macabro e Quadrilha de Sádicos, Wes Craven sempre soube como agradar aos fãs do gênero horror. Com talento e criatividade, mais uma vez Craven apresenta uma bela história que foi sucesso de bilheteria e crítica e rendeu várias sequências, transformando o vilão da serie em um ícone do horror.

O filme se inicia com alguém confeccionando luvas com garras afiadas, no que saberemos depois ser o “instrumento” do antagonista Freddy Krueger. Em seguida, vemos a cena de um pesadelo. A jovem Tina (Amanda Wyss) é perseguida por um homem deformado usando luvas com garras afiadas através de um labirinto com caldeiras e tubos. Ela acorda gritando e com a camisola com rasgos feitos pela luva do maníaco durante o pesadelo.

Apesar desse estranho fato, Tina vai normalmente à escola no dia seguinte e encontra o namorado Rod (Nick Corri) e os amigos Glen (Johnny Depp) e Nancy (Heather Langenkamp), que parece sofrer com os mesmos tipos de sonhos. O caso fica ainda mais assustador quando Tina morre e seus amigos sentem que logo pode ser a vez deles.

Apesar de se utilizar (e muito) dos clichês mais básicos do gênero (adultos descrentes, sustos falsos, adolescentes burros), o filme nos impressiona com uma história original e assustadora, talvez por ter abordado quase ineditamente o universo dos pesadelos e criado um vilão sádico e cruel (que inevitavelmente marcou para sempre a carreira de Robert Englund).

Curiosidades:


  • A Playarte foi extremamente desleixada ao trazer a série em DVD para o Brasil. Todos os discos contêm pouco ou nenhum extra, diferentes das caprichadas edições americanas;
  • Foi o primeiro filme de Johnny Depp. Ele conseguiu o papel ao fazer o teste, indicado pelo amigo Nicolas Cage;
  • O filme teve seis sequências até agora. Além destas sequências “oficiais”, Freddy apareceu no confronto Freddy X Jason e no dispensável remake de 2010;
  • O roteiro pode ter sido “baseado” em um caso real. Nele, um jovem teria tido um pesadelo tão real e hediondo que se recusou a dormir novamente por um longo período;
  • Mais de 500 galões de sangue falso foram usados na produção do filme. Mais que 10 vezes o que foi gasto em outro filme de horror de Craven, Pânico.



terça-feira, 31 de julho de 2012

Uma homenagem aos filmes B em "Seres Rastejantes"


Seres Rastejantes (Slither, EUA, 2006)
Direção: James Gunn
Elenco: Elizabeth Banks (Starla Grant), Michael Rooker (Grant Grant), Nathan Fillion (Bill Pardy), Tania Saulnier (Kylie), Don Thompson (Wally), Gregg Henry (Jack MacReady), Haig Sutherland (Trevor), Kathryn Kirkpatrick (Mulher no karaokê), Brenda James (Brenda), Lloyd Kaufman (Bêbado triste), Lorena Gale (Janene), Rob Zombie (Dr. Karl (Voz)).
SINOPSE: Grant Grant (Michael Rooker) é uma das poucas pessoas de sucesso na pequena cidade de Wheelsy. Casado com uma bela mulher (Elizabeth Banks), e apesar do amor não ser tão correspondido quanto gostaria, é um homem feliz. Tudo pode mudar quando em uma saída noturna, encontra Brenda Gutierrez (Brenda James), que o leva a uma caminhada noturna onde encontram uma estranha massa gosmenta que ganha vida e penetra no corpo de Grant, transformando-o em um ser híbrido faminto por carne e a cidade em estado de horror, quando logo seus habitantes são transformados em uma espécie de zumbi.




“Alimente o medo.”

Seres Rastejantes não é o melhor filme em sua categoria, mas também não é o pior. Com um caráter extremamente despretensioso desde o início de suas filmagens, teve uma estreia não limitada e mesmo assim faturou pouco mais de 10 milhões de dólares, não conseguindo nem “se pagar”, o que significa um tremendo fracasso. Uma injustiça, se formos comparar com o monte de besteiras que saem todas as semanas nos cinemas. Seres Rastejantes também é uma besteira, só que divertida pelo menos.

Homenageando os filmes B da década de 80 como, por exemplo, A Mosca, O Ataque dos Vermes Malditos e O Vingador Tóxico (série na qual, aliás, o diretor James Gunn (roteirista de Madrugada dos Mortos) fez uma ponta em um dos episódios), o filme começa apresentando-nos os personagens principais: O coroa Grant Grant (Rooker) é um homem bem-sucedido casado com a jovem e bela Starla (Banks), mas não consegue fazer com que ela tenha o mesmo sentimento por ele. Querendo dar uma espairecida, Grant sai à noite e encontra Brenda, uma velha colega de escola, eles saem para uma caminhada sob o luar, mas encontram algo na floresta, seguindo o rastro eles encontram uma espécie de ovo que eclode na presença deles e solta um pequeno ferrão, que penetra o peito de Grant e causa profundas transformações em seu comportamento.

Seres Rastejantes tem um bom clima, que mistura vários momentos de humor com cenas bastante nojentas e outras tantas aterrorizantes, como a cena da banheira, transformando-o em um divertido filme que deve agradar aos fãs do gênero, em especial àqueles que apreciam um bom filme B.

Curiosidades:

  • A cena na qual Lloyd Kaufman (diretor trash de entre outros, Vingador Tóxico) aparece foi cortada e não aparece em nenhuma das versões do filme;
  • O músico e diretor Rob Zombie (A Casa dos 1000 Corpos, Halloween) faz uma ponta como a voz ao telefone do médico Dr. Karl;
  • O nome das lojas e sobrenome de alguns personagens são homenagens a nomes de personagens e diretores da década de 80, como Jack MacReady (de A Coisa) e a marca da carne que Grant compra, Brundle’s Meat, sobrenome de Seth Brundle, de A Mosca.



terça-feira, 24 de julho de 2012

O surpreendente "May - Obsessão Assassina"


May – Obsessão Assassina (May, EUA, 2002)
Direção: Lucky McKee
Elenco: Angela Bettis (May), Jeremy Sisto (Adam), Anna Faris (Polly), James Duval (Blank), Merle Kennedy (Mãe de May), Roxanne Day (Buckle), Kevin Gage (Pai de May), Nichole Hiltz (Ambrosia), Chandler Riley Hecht (May jovem), Samantha Adams (Lucille), Mike McKee (Oftalmologista), Rachel David (Petey), Tricia Kelly (Amy)
SINOPSE: May nunca fez parte de nenhuma turma, sempre viveu só. Devido a um problema oftalmológico, sempre usou um tapa olho para esconder o seu trauma, o que não facilitou sua vida pessoal. Mesmo em sua adolescência sua melhor amiga e conselheira continuou sendo uma boneca que sua mãe lhe dera de presente. Até que conhece Adam...
Impressionada pelos seus traços, especialmente suas mãos, pela primeira vez começa um relacionamento. Mas logo descobre que as pessoas não são perfeitas... Somente parte delas é.


“Se não consegue ter amigos... Faça um.”



O talentoso diretor Lucky McKee (dos igualmente premiados A Mulher e Rastros de Vingança) é aquele tipo de diretor do qual ninguém sabe o nome e cujos filmes provavelmente foram vistos por poucas pessoas. Isso ocorre porque Mckee, mesmo após anos atrás das câmeras, nunca saiu do terreno do cinema independente, nunca dirigiu nenhum filme com um alto orçamento. Prova de que dinheiro e patrocínio não são nem de longe sinônimos de um bom filme. Em seu primeiro trabalho como profissional, McKee surge com um belo conto sobre solidão, diferenças, padrões sociais e perfeição.

May Canady (Angela Bettis) é uma jovem que, desde criança, sofre de um problema oftalmológico que sempre a deixou excluída de qualquer grupo, não tendo amigos ou namorado. Agora uma jovem adulta, sua única amiga é uma boneca artesanal dada de presente de aniversário por sua mãe. Trabalhando em uma clínica veterinária, May acaba ficando obcecada por Adam (Jeremy Sisto), um estudante de cinema, em especial por uma parte de seu corpo, suas mãos.

“Tantas partes bonitas, mas ninguém bonito por completo.”


Sua beleza exótica e seu jeito tímido e estranho acabam por encantar o boa-pinta Adam, até que May acaba fazendo algo que ultrapassa os limites do “esquisito” aceitáveis por Adam. Decepcionada, May busca em sua colega de trabalho lésbica (Anna Faris, da série Todo Mundo em Pânico) consolo, carinho e o sentimento de não estar mais sozinha. As duas sequências, brilhantemente filmadas, fazem um interessante paralelo entre o estranho e o normal, entre o aceitável e o bizarro, mas em nenhum momento são de mau gosto, pelo contrário, são extremamente sutis e necessárias para a trama, desde o sangue em profusão no curta de Adam até a suave cena entre May e Polly.

Pelo cuidado com que McKee se atenta em cada detalhe, das atuações ao roteiro, considero May uma pequena obra-prima, consegue ir dos típicos sorrisos de uma comédia romântica ao humor negro, do drama ao horror sem em nenhum momento deixar fios soltos. Outro elemento essencial do filme são as atuações, em especial a de Angela Bettis (que já interpretou outros tipos esquisitos, como a personagem-título do remake de Carrie, a Estranha), que imprime em sua May as emoções necessárias para o desenvolvimento do personagem. A trilha sonora no estilo Indie Rock se encaixa perfeitamente em cada momento do filme, com as belas canções “Do you Love me now?”, “Oh!” e “When He calls me Kitten”, de Kelley Deal e The Breeders, além das composições originais belíssimas de Jammes Luckett. 
Uma cena polêmica em particular (a das crianças cegas) poderia adquirir uma conotação gratuita e apelativa, não fosse a beleza com a qual foi filmada e a sua importância, pois constitui papel fundamental no que, para mim, é o momento do filme que rompe definitivamente o tecido da razão de May.

Se quiser assistir a um filme de horror diferente dos convencionais, que foge dos clichês e  dos sustos fáceis, assista a May e surpreenda-se.


Curiosidades:

  • O diretor McKee faz uma ponta no filme como o homem que aparece aos beijos com sua namorada no elevador;
  • Originalmente a sequência que mostra a infância de May seria mais longa, mas o diretor a abreviou de modo a passar mais rápido aos acontecimentos atuais;
  • O filme custou somente 500 mil dólares e ganhou inúmeros prêmios em festivais do gênero, em especial premiando a atuação de Angela Bettis;
  • Os créditos finais estão todos escritos em letra minúscula, incluindo nomes do elenco, produção, músicas e companhias;
  • O novo “amigo” de May, Amy, cujo nome é um anagrama da personagem título, também pode ser traduzido em amigo em francês (ami);
  • O curta “Jack e Jill” foi feito especialmente para o filme e foi dirigido por Chris Sivertson (Eu sei quem me Matou), amigo de McKee, você pode acompanhar abaixo o trecho do filme que mostra o curta:



sexta-feira, 13 de julho de 2012

Terror psicológico em Cubo


Cubo (Cube, Canadá, 1997)
Direção: Vincenzo Natali
Elenco: Nicole deBoer (Leaven), Nicky Guadagni (Dra. Holloway), David Hewlett (Worth), Andrew Miller (Kazan), Julian Richings (Alderson), Wayne Robson (Rennes), Maurice Dean Wint (Quentin).
SINOPSE: Seis pessoas desconhecidas entre si acordam em uma sala cúbica sem saber como foram parar lá. Cada uma delas possui uma virtude que pode ajudá-los na fuga, e também um defeito que pode levá-los à morte, caso sigam pela porta errada. Trabalhar juntos se torna um desafio tão grande quanto sair do labirinto de salas.

A RESENHA PODE CONTER SPOILERS

“Medo. Paranoia. Suspeita. Desespero”

O filme começa com um homem de sobrenome Alderson (Julian Richings), que acorda em uma sala cúbica com uma porta em cada lado do cubo. Ele decide entrar por uma porta exatamente igual à que saiu, exceto pela cor diferente. Ao entrar em mais uma sala, ele é rasgado em pedaços por uma armadilha em forma de grade quadriculada. Uma cena bem bacana, diga-se de passagem. Isso ocorre antes mesmo do título do filme ser exibido. Embora a maioria dos filmes de horror contemporâneos comece com uma morte genérica no início, como a de Cubo, fica claro que o tom desse filme será diferente.

Cubo não perde tempo em explicações e nos mostra seis desconhecidos que acabam se encontrando em uma destas salas sem saber como foram parar lá nem onde estão. Eles descobrem que há salas seguras e salas com armadilhas mortais, no que parece ser um labirinto sem fim. Eles também descobrem que precisam uns dos outros para conseguir de algum modo saírem desse pesadelo.

"- O que tem lá fora?
- A vasta estupidez humana."

Cubo é um filme canadense de impressionante criatividade e genialidade, nos deixando com muitas dúvidas após seu desfecho, mas isso não é um defeito e sim um trunfo. Perguntas como Quem construiu o cubo? Com que objetivo? Por que aquelas pessoas em específico foram escolhidas? se tornam descartáveis à medida que o filme avança, não perdendo o fôlego em nenhum minuto e amarrando todas as pontas em um enredo não menos que perfeito. Se o filme peca em algum momento, o faz nas atuações que ficam abaixo da média, mas que se transformam em uma qualidade por não conseguirmos apostar em quem vive e quem morre. O outro ponto a ser considerado é a volta do personagem Quentin, que embora necessário para o plot, foi um pouco demais. Nada que comprometa um filme inovador e claustrofóbico, que pode ter influenciado a franquia Jogos Mortais e que é um exemplo perfeito de terror psicológico.


Curiosidades:

  • Cubo gerou dois filmes seguintes, a sequência Cubo 2: Hipercubo e o prequel Cubo Zero;
  • Os sobrenomes dos personagens são todos de famosas prisões pelo mundo: Quentin em San Quentin, California; Holloway na Inglaterra; Kazan na Rússia; Rennes na França; Alderson em Alderson, West Virginia; Leaven e Worth em Leavenworth, Kansas;
  • O filme foi gravado em apenas um cenário de 14 X 14 pés;

terça-feira, 10 de julho de 2012

Filmes para sua sexta-feira 13

Olá a todos que acompanham o blog (alguém acompanha?) haha.
Enfim, hoje não postarei nenhuma resenha, ou quase isso, aproveitando a chegada da nobre sexta-feira 13 dessa semana, resolvi copiar um artigo do Boca do Inferno com indicações de filmes para aqueles que apreciam uma bela obra do mais genuíno horror e que não sairão de casa neste dia. Só que só o tema será copiado, pois darei minhas próprias sugestões, tentei abordar todos os "subgêneros" do horror. Aproveite sua sexta-feira 13!








1 - "A Noite dos Mortos-vivos"

Clássico absoluto do gênero, custou pouco mais de 100 mil dólares (uma bagatela) e inspirou inúmeros outros filmes. É considerado o primeiro longa abordando os zumbis da forma que conhecemos hoje (antes, zumbis eram exclusivos das lendas indígenas e não mortos renascidos). Dois irmãos viajam até um cemitério deserto para visitar o túmulo de seu pai. O que eles não esperavam é que os mortos saíssem da terra famintos por carne humana.







2 - "A Hora do Espanto"

Para o jovem Charley Webster (William Ragsdale) nada poderia ser melhor que um velho filme de terror bem tarde da noite. Assim, quando novos moradores ocupam a casa vizinha a experiência de Charley não deixa nenhuma dúvida de que o comportamento estranho dos novos vizinhos é explicado pelo fato de eles serem vampiros. O filme mescla bem os toques de horror e humor, dando sustos bem eficientes e construindo uma bela história de vampiros.







Quando um grupo de jovens decide reabrir o acampamento "Crystal Lake", eles não imaginam que há um assassino à solta decidido a eliminá-los. Embora não seja o melhor na categoria slasher (perde fácil para Pânico e A Hora do Pesadelo, por exemplo), ganha uma indicação pela até então, originalidade e pelo título haha.







4 - "Poltergeist - O Fenômeno"

Dirigido por Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica) e escrito por Steven Spielberg (Encurralado, Tubarão), o filme trata de uma família cuja casa passa a ser assombrada por fantasmas. Um belo filme sobre assombrações.


5 - "O Chamado"
Baseado no longa japonês  Ringu (1998), o filme assombrou os americanos no ano de 2003. A trama se concentra em uma fita de vídeo amaldiçoada, que mata aquele que assistir em sete dias. Rachel Keller (Naomi Watts) tem que descobrir as origens do mistério antes que ela e seu filho sofram as consequências. Excelente trama que certamente causará alguns bons sustos.


Embora o meu filme favorito com alienígenas seja o clássico Alien - O Oitavo Passageiro, quando se trata de diversão descompromissada este filme cumpre bem a sua função. Um meteoro cai na Terra e libera um organismo alienígena que trata logo de infectar um humano que espalhará a espécie, transformando os humanos numa espécie de zumbi.
7 - "Arraste-me para o inferno"

Sam Raimi finalizou a série de ação Homem-Aranha e retomou o gênero que o consagrou na trilogia Evil Dead. Uma jovem bancária nega ajuda a uma velha com a casa hipotecada para impressionar o chefe. Como consequência, ela recebe uma terrível maldição que pode levá-la aos quintos dos infernos. Leves toques de humor e cenas antológicas.





8 - "Tubarão"
O Clássico dos mares de Spielberg gerou influências e é imitado até hoje. Clima de suspense e trilha sonora enervante de John Williams marcam o thriller sobre um grande tubarão branco que ameaça uma pequena comunidade.





9 - "Extrema Unção"

Um rapaz se muda para uma casa barata, que custa este preço pelo motivo de que a antiga moradora, uma velha religiosa, foi morta no local sem ter tomado a extrema unção e especula-se que seu espírito vaga pela casa. Recomendo a todos que assistam a este curta brasileiro escrito e dirigido pelo gaúcho Felipe M. Guerra, diretor bastante conhecido no circuito underground. Disponível no Youtube.


10 - "O Albergue"

Uma categoria em recente ascensão, o torture-porn, subgênero do horror que se concentra menos no horror psicológico e mais em mortes violentas explícitas, tortura e mutilação, vem ganhando vários exemplares, como a franquia Jogos Mortais. É o caso de O Albergue, sucesso dirigido pelo talentoso e doentio (no bom sentido) Eli Roth, que mais do que isso nos envolve no tenso roteiro.



11 - "A Bruxa de Blair"

Um filme estudantil orçado em 90 mil dólares que apavorou uma multidão graças à sua campanha de publicidade. Três jovens estudantes saem à procura da lenda da Bruxa de Blair na mata de Burkittsville, Maryland para fazer um documentário. Eles desaparecem e as filmagens são encontradas. Um filme de horror tenso que não abusa dos clichês ou sangue jorrando.





12 - "Um Lobisomem Americano em Londres"

Inovador nos efeitos especiais de maquiagem (que renderam a Rick Baker o primeiro Oscar da categoria) e também na abordagem urbana de um lobisomem, o filme conta a história de dois jovens que são atacados por uma fera em noite de lua cheia. Um deles morre enquanto o outro espera destino diferente...



13 - "O Exorcista"

Para fechar a lista nada melhor do que um filme de horror oscarizado e cultuado por dez entre dez fãs de horror. O drama de horror conta a história da garota Regan que de meiga e carinhosa passa a se comportar de maneira estranha, incluindo o uso de palavrões e comportamento agressivo. Após passar por uma junta médica, sua mãe opta pelo exorcismo. Assustador e envolvente, não pode faltar na sexta-feira 13.



Espero que gostem da lista, e assistam algum deles na próxima sexta.
Até a próxima!
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